espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

26
Jan 12

Tenho um respeito absoluto por quem persegue os seus sonhos. Acredito nessas pessoas como se partilhassem pedaços de vontade e coragem, porque quem crê de coração e segue um sonho tem estas características em tão grande escala que sobejam para nos deixar deslumbrados.
Sonho que é sonho não tem de ser excêntrico ou inatingível. Que o diga a Maria, que um dia sonhou e vai alcançado, passo a passo, uma das suas metas (estou certa que outras se seguirão).

 



Às vezes pode simplesmente ser o abandonar o que seria expectável e previsível e abraçar-se um projecto verdadeiramente realizador. Foi o que fez esta moça, Caixa de seu nome (na verdade nem sei como se chama no mundo real) e que atirou ao ar uma carreira que poderia ser socialmente correcta e aceite, mas seria entre o enfadonha e o estagnadora. Vai daí, abre uma loja de caixas (pois claro) e outras coisas, giras, engraçadas e que dão vontade mesmo de trazer para casa (ou encomendar).  Acho que já vi a Conto de Fadas quase de uma ponta à outra. Tivesse eu a carteira um tudo nada mais recheada e era freguesa habitual. Eu sei, os tempos são de crise e compras para lá do essencial são cada vez mais impossíveis, mas é divulgar e a ver se a sorte bate à porta. Que nisto dos sonhos também é preciso ter sorte!

E se eu sei o que custa largar um mestrado, sair do círculo de conforto e tentar ser mais apesar do espanto dos outros ... espero tanto que resulte como se fosse comigo. 

publicado por Vita C às 15:00
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25
Jan 12

Perdi a conta dos CV que enviei ultimamente, para formadora, para psicóloga mesmo que seja só nas horas vagas (como agora, que tenho consultas ao sábado), para part-time, para full-time, três diabos e um texugo. Sim, estou empregada, mas nada como ser proactiva. E para melhor, já se diz, muda-se sempre.
Respostas?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Zero...

publicado por Vita C às 21:14
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23
Jan 12

 

Poucos foram os textos sobre os quais duvidei escrever. Este foi um desses textos, que saem cá para fora para dar "notícias do fundo"...
Crastulov é o nome do ficheiro referente ao filme "Crazy, stupid love", que vimos este fim de semana. Um filme light, quase comédia, divertido até, uma desdramatização sobre o amor. Não é, de longe, o melhor filme do género, mas tem bons momentos.
O amor não é (inserir adjectivos). O amor é (ponto). Ama-se da forma mais cristalina que há, assim como diz a Ana. Ou se ama, ou não. Não há tempos a dar, ou prós e contras a pesar. É-se o amor que se tem. Não se resume o amor a palavras ou gestos, porque o amor não se explica, amadurece sem repararmos e quando o regamos com gestos e palavras, não o estamos a criar ou a mimar, apenas fortalecemos o que existe. Não há violência a não ser no arrebatamento do sentimento. Ama-se e quer-se amar., hoje, amanhã e depois. Ama-se e quase que é simples. Sim, ama-se louca e estupidamente. Até ao ponto em que se deixa de se amar, seja amanhã ou daqui a dez ou trinta ou setenta anos ou até fecharmos os olhos com a memória de termos amado (completamente).
Todo o enamoramento é diferente. Mas o amor, esse permanece, descobre-se e reinventa-se nos pequenos rituais do dia a dia, reconstrói-se na rotina de ir comprar pão para torrar e camarões para fazer no forno, no café do outro que se mexe por mimo, na narigada que se dá para dizer bom dia. 
Quando conheci o amor (que a metade é o amor que sinto), não procurava o amor, tinha-o deixado algures, à espera de melhores dias. Diz-se que é assim que o amor acontece, quando não esperamos. Diz-se que o amor à primeira vista não existe, e eu penso que o meu existe há quase quatro anos, só não sei se será para sempre. Não me importa, amo agora e preenche-me como se nunca mais fosse acabar. Dizem-se demasiadas coisas sobre o amor. Quando é tão simples: o amor não sofre, exulta. Se sofres, não amas. Se te perdes, não amas.
Amor é apenas aquela qualidade indefinível que te muda para sempre.

publicado por Vita C às 11:47
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19
Jan 12
Nós temos cinco sentidos: 
são dois pares e meio de asas. 

Como quereis o equilíbrio?


David Mourão-Ferreira
publicado por Vita C às 16:10

17
Jan 12

Não foi fácil. Mas está feito. A emissão regressa dentro de momentos.

 

 

 

 

Joe Walsh - Turn to stone

 

publicado por Vita C às 12:07
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12
Jan 12

Lá está, gosto muito de música portuguesa. Em português a minha paixão de raíz são os Ornatos Violeta (e derivados Pluto, Supernada, Zelig e Nuno Prata), e o mestre Jorge Palma. Aprecio Linda Martini, Dead Combo, Riding Pânico, Paus, afins. Mas também Sérgio Godinho, José Mário Branco. Ah, claro, José Afonso.

Bom, tanta coisa para dizer que nem tudo o que é nacional é bom, mas há tantas coisas que não se ouvem por falta de oportunidade. Felizmente, não se passa o mesmo com estes senhores. Para mim, a melhor descoberta a nível nacional este ano.

 

 

Tresporcento - Elefantes Azuis

 

publicado por Vita C às 17:09
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11
Jan 12

A banda que se segue é a criadora de uma das minhas músicas favoritas até aos dias de hoje, a Sleeping Giant (ide procurar, que não é essa que vou partilhar agora).

Estarão em Portugal daqui a uns dias, para concerto em nome próprio, depois de passagens esporádicas e inespecíficas pelo nosso país. Nunca os vi ao vivo, e é esse o meu lamento.

Convosco, os poderosos Mastodon, e um dos meus temas mais queridos do álbum The Hunter.

 

 

 

 

Mastodon - Stargasm

 

 

E agora que só faltam duas músicas, começa a apertar. Amanhã, mais uma "o que é nacional é bom".

publicado por Vita C às 17:39
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10
Jan 12

Apreciadora que sou de música portuguesa, já não estou naquela fase (os bons velhos tempos) em que encontrava artistas que só depois de os conhecer de trás para a frente se tornavam conhecidos. Ouvi dR. estranhoamor ainda ninguém ouvia falar neles, Oioai quando tinham A Seta, Rizoma quando davam concertos em sítios escondidos, vi concertos seguidos de Nuno Prata ainda não tinha regressado a febre de Ornatos Violeta, conheci (os) Feromona quando ninguém andava a berrar a plenos pulmões que isto não é Hollywood. Vicissitudes de não ter computador próprio e tempo para poder navegar à deriva, como antigamente.

 

Mas estes senhores, que já se separaram, marcaram o meu ano musical de alguma forma. Uma audição leve, mas que me entrou no ouvido. Nunca os vi ao vivo, com alguma pena e, fica para mim uma das melhores músicas deles.

 

 

Os Golpes - A Marcha d'Os Golpes

 

 

Amanhã a escolha será bastante diferente, com um lamento pelo meio do concerto que não irei ver...

publicado por Vita C às 16:18
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09
Jan 12

Eu nem sou muito de desafios. Mas há uns que me aguçam a vontade de escrever. Claro que vir a tentar respondê-los enquanto venho a conduzir para casa a ouvir rádio não é o ideal (apesar de ter sido mesmo isso que aconteceu) e por isso vou pedir ao João que me deixe responder ao desafio em posts diferentes. Ou seja, ir respondendo... prometo tentar uma resposta por dia.

 

As regras são claras: escolher cinco músicas que conheci durante o ano de 2011, independentemente do ano de edição ou lançamento da mesma (o que conta mesmo é o contacto com a música).

 

A primeira escolha é, claramente, a mais comercial de todas. Dei com ela na rádio e não descansei enquanto não descobri quem era. Ei-la:

(claro que ouvir isto com colunas decentes torna tudo diferente),

 

 

James Blake - Limit to Your Love
Posso adiantar desde já que a escolha de amanhã é nacional...
publicado por Vita C às 20:06
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07
Jan 12

Muito menos ser algesino.
O Centro de Saúde de Algés, cujo término estava previsto para finais de 2011, nem começou sequer a ser construído, existindo no seu lugar um descampado semi-protegido por tapumes referentes às datas (período de execução 2010/2011). A primeira pedra lá atirada pelo Isaltino está já escondida pelas ervas daninhas e colchões que por lá proliferam. Não importa nada que o actual CS funcione num prédio antigo, no rés do chão e primeiro andar sem elevador e que o segurança tenha por vezes de carregar os mais velhos ao colo até ao primeiro andar.

Porque os problemas da Câmara Municipal está resolvido, já que agora, a água custará mais 20% em Oeiras! Iupi! Epá, só?
No actual panorama, querem mais o quê, que nos ponhamos em fila de calças em baixo?

publicado por Vita C às 13:44
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