espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

29
Mai 15

Ora parece que o arrumadinho passou a ser o amuadinho?

 

(desculpem, eu nem costumo comentar ou referir blogs alheios, mas era difícil arranjar uma piada mais fácil)

publicado por Vita C às 14:00
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27
Mai 15

 

Já existe noutros contextos e nem funciona.

Se calhar o pessoal informava-se antes, nao?

publicado por Vita C às 14:59
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14
Mai 15

Sou uma purista, assumo. Irritam-me "k"s, "q"s e afins, tal como o verbo "tar". Tenho pesadelos com os pobres confusos entre "disse-se" e "dissesse". Sofro de urticária aguda com "a gente" quando acompanhada pela forma verbal primeira pessoa do plural. E note-se, apesar de tudo, eventualmente darei os meus erros ortográficos. Mas, para minha vaidade, estes geralmente ocorrem raríssimamente. 

Depreende-se portanto que estimo e prezo esta língua pátria. Respeito que se actualize a forma como falamos e escrevemos de forma a que a língua seja um verdadeiro instrumento sem se resumir a uma formalidade estética. Contudo, a língua é, também, uma forma de arte, uma subtileza fina que arrepia quem se deixa seduzir e envolver pela leitura. 

Falho claramente em compreender a necessidade de um AO que nem sequer é consensual nos restantes países onde seria (mas nem é) aplicado. Ainda assim mais grave parece-me esta obrigatoriedade civil de nos vergarmos ao peso de "agora tem de ser assim porque escrever da forma antiga dá erro". Como pode haver erro possível se até as escritas das cantigas de amigo e escárnio e maldizer seguiam a grafia "antiga", ai deus e u é? Como posso ler Saramago, Pessoa, Torga ou qualquer outro subjugados a uma escrita que a ninguém beneficia? Faz-me lembrar a novilíngua e o duplopensar de Orwell, em que a língua se reduzia e simplificava de forma a abranger cada vez menos capacidade e liberdade de pensamento. Sem palavras para descreverem a liberdade da inventividade, esta pura e simplesmente deixa de existir. Aplanar a diversidade linguística por um humor de obrigatoriedade é orwelliano. 

 

 

Daí que, para mim, "peremptório" nunca, jamais em tempo algum, poderá ser "perentório". 

publicado por Vita C às 10:17

08
Mai 15

Sou uma leitora ávida. Curiosamente, tomei conhecimento de Noam Chomsky na faculdade por uma cadeira de Psicolinguística qualquer coisa cognitiva. Só depois contactei com toda a ideia filosófica e sociológica que subjaz a este pensamento. 

Noam Chomsky estará hoje na  FCSH. Aproveitem! Eu, lá está, estarei a trabalhar. 

Mais info? Favor ver aqui.

 

 

publicado por Vita C às 11:36

01
Mai 15

Fez-se o trabalho para o Homem e nao o Homem para o trabalho.

Dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador, Vita C trabalha ...

publicado por Vita C às 14:34

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