espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

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Nov 16

A propósito deste texto, em que João Miguel Tavares confunde a pessoalidade com o profissionalismo, transcrevo, na íntegra, a concisa, mas nem por isso menos extraordinária, resposta da Ana Matos Pires. Mereceu o meu aplauso, tanto como psicóloga como enquanto católica...

 

Claro que um psicólogo pode ser católico - e mais tudo o que ele quiser ou puder, até parvo -, dá-se o caso de, quando assume posições públicas como psicólogo, ter de saber... psicologia, independentemente do que o seu credo defende, ou da interpretação que faz daquilo que o seu credo defende. Portanto, João Miguel Tavares, a questão não é um psicólogo não poder ser católico mas antes um católico que é psicólogo ter de saber psicologia. Capice?

Alguém informe aí o JMT, por favor, acredito que informado, em sendo esclarecido, não dirá disparates. E digam-lhe, também, que um psicólogo (que não seja assassino) não mata, mas pode deixar morrer.

Adenda: E mais, um psicólogo, mesmo sendo católico (ou ateu, ou outra porra qualquer), está obrigado a preceitos deontológicos.

publicado por Vita C às 18:30
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2 comentários:
Só por curiosidade, a minha afilhada quer seguir-te as pegadas... sim, parece que vamos ter uma psicóloga na família... e eu que não percebo nada do assunto, parece-me que a miúda tem jeito para a coisa...
soumaiseu a 21 de Novembro de 2016 às 16:05

Olha, parece-me bem :) mas olha que nao está nada fácil para quem quer comecar... embora nao esteja facil em nenhuma área, por isso :) desde que ela goste, acho muito bem!
Vita C a 22 de Novembro de 2016 às 16:15

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