espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

22
Jul 09

Decidida a enfrentar o bicho da contabilidade pelos cornos numéricos, passei duas horas a lançar facturas no Primavera.

Mas só depois de ter pesquisado no Google sobre noções gerais de contabilidade e ter encontrado um artigo numa revista de Revisores Oficiais de Contas sobre um bisavô meu, reputado professor de contabilidade e escritor, de quem só conhecia histórias familiares daquelas que passam de geração em geração. Inspirada pela fotografia desbotada, de um preto e branco risível, não posso dizer que tenha corrido mal...

publicado por Vita C às 22:25
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21
Jul 09

Não há bela sem senão. Mais um dito da sabedoria tida por popular mas que possivelmente se deveria chamar de universal, ressalvadas as excepções que sempre seguem as regras.

 

A bela é o meu trabalho novo, o senão é a minha nova tarefa de tratar da contabilidade. Ora eu até entendo de palavras, pessoas, blás blás e raciocínios, mas números? Yeah, right! O convite veio capeado de um rasgado elogio às minhas capacidades (huh?), se bem que com um pequeno reparo à minha infatigável gestão pseudo-desorganizada do espaço (mas que em nada abala a capacidade de encontrar seja o que for num espaço inferior a 30 segundos).
Até aqui minzinha seria capaz de se medir com os números com uma forte combatividade. Munida do Plano Oficial de Contas, apercebi-me da enormidade de coisas estúpidas. Contas de 1 a 8 com infinitas sub-contas e mais números e já agora um software que se chama Primavera apenas porque alguma coisa tem de ser apetecível (e essa coisa é, claro, o nome).

Mas, como ia a escrever, até aqui ia tudo bem... Ia, porque a pessoa que vai deixar de fazer a contabilidade lá no burgo (apesar de se manter no cargo relativamente à empresa gémea da minha) é a única pessoa com a qual quase me agonia trocar até uma palavra. De tal modo que, agora que uma das pessoas com quem tem sido costume almoçarmos as duas está de férias, por uma única vez nos sentámos na mesma mesa na hora da refeição: ela a ler uma revista de culinária e eu com o nariz enterrado n'A Caverna. Palavras trocadas: zero.

E é esta personagem que me vai ensinar, entre rugidos e suspiros relativos à minha ignorância confessa e repetida, os mistérios insondáveis da bur(r)ocracia oficial de contas.

 

Portanto, a quem perceber alguma coisa de contabilidade, pocs, e coiso e tal, façam o favor de elucidar aqui a moçoila que bem se está a esforçar.
 

publicado por Vita C às 22:52
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