espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

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Jan 11

Temos o país que merecemos. Um país onde um cartão que visa simplificar nos quase impede de exercer um direito. E quando o exercemos, nós, que nos queixamos da crise, escolhemos a continuidade. Está bem. Se não houvesse um Alegre e um Nobre às turras quase infantis, a história poderia ter sido outra. Mas não foi. Só a abstenção foi a mesma de sempre. Haveria muita dissertação a fazer. Mas nunca tive vocação de Santo António, nem os meus leitores são peixes.

(e agora o blog volta para a imagem do post anterior)

publicado por Vita C às 20:17
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2 comentários:
Há qualquer coisa no Manuel Alegre que me faz não gostar dele... e não é a barba!
João a 24 de Janeiro de 2011 às 20:45

Eu não antipatizo com ele. Ou melhor, fiquei sinceramente com pena, do ar desolado e lacrimejante com que aceitou (como teria de fazer) a derrota.
Acho que está velho para estas manigâncias políticas.
Vita C a 26 de Janeiro de 2011 às 19:56

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