espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

18
Out 13

Vinha a conduzir sozinha para casa. Noite chuvosa, relâmpagos impressionantes. E um especial sobre Pearl Jam na SuperFm.

E depois recordei-me, arrepiei-me ... como há bandas que fazem parte de nós. Não os membros, claro está, mas há músicas e histórias partilhadas que ficam na nossa vida, nos moldam e impregnam, nos seduzem, nos empoderam, enfim. Dizia um rapaz que a Black é uma música demasiado forte para ser ouvida levianamente. Quase concordei. Porque é, de facto, uma música que arrebata, nos leva a extremos, mas que quase nos pode surpreender com a força de acorde. Dizia o mesmo rapaz que precisamente por isso não era a Black que pediria para ser tocada, mas sim a Given to Fly. E ali, no meio da IC17, sob uma claridade eléctrica, sorri. Também sorriria se ele tivesse pedido a State of Love and Trust. Poder, em estado puro e positivo.

Depois pensei nesta grande família que a música tem o poder de unir. Músicas que são mais do que meras canções. E que fazem também parte da minha história. Que isto vem mais do que o coração sente do que do que o ouvido ecoa. E só há duas bandas capazes de me fazer sentir isto. Felizmente, uma delas é portuguesa. A outra, são estes senhores.
Posto isto, esqueçam lá a Sirens. Há tanta história boa por onde escolher...
deixemo-los fazer álbuns medianos e dar concertos brutais. Sempre é preferível do que fazerem grandes álbuns e concertos medíocres...

 

* E sim, Pearl Jam têm uma cover desta música dos The Doors...

publicado por Vita C às 23:05
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