E neura nem vê-la.
Deve ter sido da tarde enroscada nos braços de quem se ama. Talvez tenha também sido da saudade que nunca se mata, mas se vai derrotando.
Às vezes bastam pequenas coisas e pequenos episódios de nada. E hoje é uma dessas vezes.
E neura nem vê-la.
Deve ter sido da tarde enroscada nos braços de quem se ama. Talvez tenha também sido da saudade que nunca se mata, mas se vai derrotando.
Às vezes bastam pequenas coisas e pequenos episódios de nada. E hoje é uma dessas vezes.