Ontem à hora de almoço estava a conversar com uma colega (das boas, das poucas que não só é simpática como tem dois dedos de testa; ilustra a nova vaga de conversões profissionais, pois exige muito estômago a uma socióloga estar a aturar uma recepção com chefes bastante medíocres) sobre documentários.
Contou-me ela um sobre uma lixeira colossal no Quénia e sobre as vicissitudes da sobrevivência humana.
Hoje a SIC repetiu-o. Está aqui. É obrigatório ver. Porque a vida não é feita de Orçamentos de Estado nem de Floribellas.
Se forem muito preguiçosos, vejam a partir daqui: