
Ontem decidi que nada me iria abalar o sorriso.
Mesmo tendo começado o último dia da semana arrasada de cansaço, mesmo com ziliões de coisas para fazer, e mesmo com a certeza de que nem tudo se iria resolver pelo melhor. Decidida a que o sorriso não me abandonasse o rosto, brindei ao calor, à inexorável mas lenta passagem do tempo, dancei no escritório, distribuí sorrisos e contagiei (alguma d)aquela gente.
E se isso fosse pouco, ainda terminei o dia na mais pacífica das ternuras, vagueando pelo (meu) Chiado, perdida entre a música e os sorrisos.
Às vezes, também depende de nós manter a boa disposição, independentemente dos filhos da puta que a tentam minar a todo o custo. De nós e de quem nos espera no fim do dia.