espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

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Mai 11

 

 

 

Que o José Cid e a grandiosa Simone tenham achado que "A luta é alegria" não dignifica a música portuguesa eu até entendo. São nomes portentosos da música nacional (ainda que eu nutra uma embirração muito pessoal pelo senhor Cid, fruto de uma cena por ele protagonizada num debate sobre as quotas de música portuguesa na rádio) que fizeram história no festival da canção.
Claro que muita gente critica e ah que figuras de parolos, para não variar, era muito melhor se tivesse ido, sei lá, a Lúcia Moniz (mas ela foi, senhores, ela foi com um coração de éne cores) ou a Sara Tavares (que também foi chamar a música), que vergonha para o nosso país.
Só que isto já não é (se é que alguma vez foi) um festival de música, é um festival da canção. São coisas um pouco diferentes.
Se musicalmente os nossos Homens da Luta podem deixar algo a desejar, não tenho a menor dúvida que a nossa canção foi a melhor que passou ontem no meio daqueles brilhos, carinhas larocas, e corpinhos jeitosos, e maminhas, e efeitos pum-pum-splash-splash-iô-iô.
Foi uma canção que ali mostrámos, uma mensagem à tuga, vivaça, e na nossa bela língua materna. Ah, pois, não somos só iiiiisto [fazer esgar de nojo], mas também somos isto. E é pena que não se entenda que, pela primeira vez, desde que me lembro, até fizemos boa figura no festival da eurovisão. Independentemente do resultado.

 

E não, não acho piadinha nenhuma ao Jel.

publicado por Vita C às 15:19
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