espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

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Dez 14

No sítio onde trabalho 5 dos 6 dias laborais que a semana me oferta, organizaram uma troca de prendas. Eu, bicho do mato assumido, enfadei-me com a ideia. Umas das minhas colegas, que por acaso partilha consultório comigo, teve a brilhante ideia de fazermos o jogo do "amigo secreto". Lá rifámos os nomes e eu, em sortes, fiquei de arranjar brinde para a minha chefe. Mas a minha chefe é uma porreira. E eu esmerei-me. O valor máximo eram 3 euros. Comprei uma caneca a 2,95 € e depois escrevi umas 30 frases inspiradoras em papelinhos enrolados, pus lá dentro, com uns Ferrero Rocher, embrulhei manualmente, e siga para bingo. Foi uma prenda que, mais do que a caneca, valia pela minha atenção, dedicação e, sim, vontade de partilhar algo.

A mim calhou-me em sorte um prato azul. Que faria conjunto com algo que deveria custar mais do que 3 euros. Aquilo (sim, "aquilo") foi já parar às mãos da minha mãe. Não é pelo prato azul, mas pela desconsideração. Pela falta de interesse. Pelo despachanço e falta de personalização. Pelo "toma lá qualquer coisa que não foi cara e está feito".

Trocas de prendas? Para o ano despacho todos no trabalho a pratos azuis. Se calhar até o prato deste ano

publicado por Vita C às 14:29
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