espaço de mau feitio, alguma reflexão, música e outras panóplias coloridas

26
Jan 16

No seguimento desta experiencia, quando me contactaram para fazer parte da mesa de voto, a minha resposta foi inequívoca. Nao. E para mim, nao é nao. Ate porque nem iria (nem fui) votar no candidato apoiado pelo partido que me contactou (e ao qual nem sequer pago quotas há tempo suficiente para ser considerada desertora). 

Parece que houve um (conveniente) lapso qualquer e acabei por receber a convocatória e o alvará que me nomearam para a mesa de voto. Embora tenha feito chegar a minha recusa de forma atempada e, depois, a minha insatisfação com o sucedido, obviamente que me apresentei pelas 7h00 de dia 24 na mesa de voto. Independentemente de ter entretanto mudado de casa e ter sido destacada, mesmo assim, para a minha antiga freguesia. Dever cívico é dever cívico. 

Felizmente, os locais de voto eram os anteriores aos da desgraça de Outubro e (quase) tudo correu de feição. Desempenhei outro papel, tive excelentes companheiros de mesa e foi reconfortante ver o trabalho em equipa a funcionar. Nem tudo correu bem, mas tudo se resolveu.

 

Sobre os resultados, Marcelo Rebelo de Sousa tem o mérito de estar a preparar esta candidatura há largos anos, à frente de quase toda a gente. Parece-me espúrio negar esta verdade, creio apenas que Marcelo foi pontuando os momentos de apresentação da sua candidatura com as novidades que lhe chegavam relativamente a potenciais opositores do mesmo quadrante político. Eu não votei no candidato que já se sabia que iria ser o vencedor. Embora sem o meu voto, Marcelo tem agora a minha confiança e esperança. Em boa verdade, fazer pior do que Cavaco Silva será muito, muito difícil. 

publicado por Vita C às 10:26

Janeiro 2016
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