Ontem, num daqueles jantares prometidos há demasiado tempo, estava ela, o namorido [neologismos são comigo], nós e um grande amigo nosso (responsável por existir um "nós"). Ora metade de mim é irmã dela, e a outra não se importava nada de o ser também, não houvesse a questão do incesto. Ora esse amigo nosso era o namorido anterior dela. E é quando ele se põe a falar de como os afectos com outra pessoa não lhe estão a ser nada fáceis que ela, a mana, aproveita para saborear o momento, como é bom terem chegado a um ponto em que podem abertamente ser amigos e tentarem-se compreender nesse ponto sensível. Respeitei-a imenso nesse momento, e admirei a necessidade dela de que ele soubesse o quão isso era importante para ela.
Claro que era muito mais blogo-interessante contar a história do furo que quase pôs a viagem em perigo. Mas não me apetece agoirar, por isso fica para depois, sim? Ora então, até já!